- Como assim?
- Ora, só estou cumprindo a lei e lhe oferencendo o lugar, que é da senhora por direito.
- Quantos anos você acha que eu tenho?
- Não faço muita idéia, senhora.
- Acha que tenho mais de 60 anos, é isso? E por favor pare de me chamar de senhora.
- Não pensei muito sobre o assunto. Apenas detectei fios brancos e achei melhor não arriscar. Não quero passar por mal-educada e sem coração.
- Ora, nessa sua tentativa de parecer boazinha, acabou me ofendendo.
- Me desculpe, senhora. Não poderia imaginar que a senhora não gostasse de ser chamada de senhora. Então não tem 60 anos?
- O importante não é a real idade, é a aparência. Me julgou pela minha aprência, logo ou eu aparento ser mais velha do que realmente sou, ou tenho a aparência diretamente proporcional à minha idade. Qual então é seu palpite?
- Eu não sei, apenas imaginei que a senhora tivesse o direito de se sentar neste assento.
- Por ter 60 anos ou mais que isso?
- uhm.. não sei oque dizer agora...por ser mais velha que eu!
- Está bem, mocinha. Agora saia daí que este lugar é meu.
7 comentários:
Uma vez escondi um braço dentro da blusa, só pra sentar num desses. Legal que me faltava um braço e o povo saiu mais rápido do que sentou.
Sabe, até concordo que abandonei o blog de maneira infantil... mas estou encarando meu castigo agora.
ahehaue...
Muito bom : ]
Sempre me sinto incomodando nesses acentos. Pior que esses, só aqueles para pessoas obesas...
O.o
Nossa, que diálogo.
Se eu estivesse nessa situação, acho que seria mais ou menos assim, ó:
- Senhora, sente-se.
- Como assim?
- Com a bunda, ué.
- Seu mal educado!
- Mal amada.
- Ora, seu...
- Ah, dane-se.
E voltaria a me sentar. Problema resolvido.
rã-omelete, você é bem mais esperto que eu
E pior que casos assim realmente acontecem.
rsrs
tem gente maluca no mundo.
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